Museu Arte Antiga | Visita Guiada

78
Preço depende do tamanho do grupo
  • Privada

Descubra alguns dos destaques do MNAA, num tour privado de 2hr com guia licenciado.

Maravilhe-se com obras-primas de Bosch, Dürer ou Cranach e outros artistas da coleção de 40.000 peças do museu.

Explore alguns dos tesouros nacionais de Portugal e viaje pela história da arte dos séculos XII ao XIX.


Reservar
Horário
terça a domingo 10.30

Ponto de Encontro
Na entrada principal / bilheteria

Preço
por pessoa
2 pessoas78€
3-4 pessoas59€
5-6 pessoas40€
7-8 pessoas33€
Ingresso (extra)5€ a 10€
  • Ingressos para o MNAA
    (se a opção for selecionada)
  • Guia Licenciado em português
  • Embarque e desembarque no hotel
  • Exposições Temporárias

Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA)
Visita Guiada Privada

Descubra alguns dos destaques do Museu de Arte Antiga com um guia licenciado. Usufrua de uma visita privada de 2hr, para uma experiência mais pessoal, e conheça o maior número de tesouros nacionais de Portugal.

Nesta visita guiada pelos destaques, vai conhecer 7 a 8 peças de múltiplas galerias, desde pinturas a esculturas, ourivesaria, assim como artes decorativas da Europa, África e Extremo Oriente.

Embarque numa viagem pela história da arte e ouça histórias interessantes sobre artistas e suas obras. Admire a espetacular Custódia de Belém, desvende os mistérios das Tentações de Santo Antão de Bosch, assim como o único Biombos Namban.

Sendo a mais importante coleção pública portuguesa de arte, com cerca de 40.000 peças, não falta o que ver. No final da visita guiada, aproveite para apreciar a vasta coleção do museu.

Visita Guiada Museu Arte Antiga | Destaques

Tentações de Sto Antão
Jheronymus Bosch (1498)
O tríptico das Tentações de Santo Antão, do pintor flamengo Bosch, retrata simbolicamente os tormentos espirituais sofridos por Santo Antão, um tema popular na arte Medieval e Renascentista. Cheio de imagens fantásticas, cenas e personagens do horrível; apresenta o tema mais recorrente da obra de Bosch, a tentação e solidão do homem justo diante do mal.

Biombos Namban
Kano Naizen (1570-1616); 2º par: Kano Domi
Mais do que arte, os biombos são importantes documentos históricos sobre as relações entre Portugal e Japão, pois retratam a chegada dos navios portugueses a Nagasaki. A arte Namban refere-se à arte japonesa dos séculos XVI e XVII influenciada pelo contato com os Namban - "bárbaros do sul", os europeus e, especificamente, os portugueses.

Custódia de Belém
Gil Vicente (1506)
Considerada a obra-prima da ourivesaria portuguesa, é feita de ouro e esmaltes policromos em estilo gótico tardio. Encomendada por D. Manuel I, foi feita com o ouro pago como tributo pelo rei de Quíloa (na atual Tanzânia), como sinal de fidelidade.

São Jerónimo
Albrecht Dürer (1521)
Obra-prima de Dürer, que aqui apresenta o santo patrono dos humanistas cristãos como um velho sábio. Melancólico, medita sobre a morte e a condição da vida humana, e seu olhar nos interpela e envolve. Destaca-se a importância dada à luz, tanto na caveira, como sobretudo na barba e na pele do santo.
Perto do fim da vida, ele fez esta pintura que teve um grande impacto. Dezenas de artistas fizeram a sua própria versão do santo. Este é um Jerônimo que está próximo de nós, que nos olha intensamente, tornando-se uma figura desafiadora com a mão na caveira. A maior parte de seu trabalho trata de capturar o aspecto humano, o que nos torna todos humanos.

Salomé com a Cabeça de São João Batista
Lucas Cranach, o Velho (1510)
Exemplo perfeito do universo feminino do pintor, onde a graça pode ser, ao mesmo tempo, uma virtude e uma perversão sedutora. Inicia uma série de obras em torno do tema do poder feminino e das artimanhas femininas, muito presente no Renascimento alemão. Nesta pintura, Cranach transmite que o Mal pode estar associado à Beleza maior, sendo esta a sua representação mais antiga do tema.
Nesta Salomé, também podemos ver o novo estilo criado por Cranach, o estilo plano de Wittenberg. Anti-realista, mantendo a imagem o mais longe possível do risco de se tornar ícone ou objeto de veneração. A imagética sacra está ligada ao profano, misturando religioso e laico. Afinal, ele foi o pintor da Reforma Protestante.
Ele ainda é muito procurado hoje e alcança preços elevados em leilões. Mas é raro encontrar Cranachs à venda.

Fonte Bicéfala
Autor desconhecido (1501-1515)
Peça enigmática e rara do período manuelino, consistindo de uma coluna torcida que representa, simultaneamente, o rei D. Manuel I e sua irmã e ex-rainha D. Leonor.

O Inferno
Mestre português desconhecido (1510-1520)
Imagem medieval peculiar do Inferno, relacionada com os pecados capitais, onde o mundo demoníaco está associado ao universo extraeuropeu - Lúcifer tem um toucado de penas ameríndias, está sentado numa cadeira africana e segura uma trompa de marfim de aparência africana.
Uma obra única na pintura portuguesa do século XVI, em termos iconográficos. Crítica social, revelando a moral nacional do período da Expansão.
Durante centenas de anos, foi também a mais ousada representação do nu feminino de toda a pintura portuguesa. Chega aos nossos dias porque passou séculos praticamente escondida, escapando à destruição pela Inquisição.

Adoração dos Magos
Domingos Sequeira (1828)
Pintura panorâmica a óleo que retrata a chegada da procissão dos Reis Magos a Belém.
A luz é a verdadeira protagonista da cena, brilhando mais que tudo, e transformando a história em manifestação do divino.
Uma grande visão com cerca de 150 personagens saídos dos contos das Mil e Uma Noites; com camelos, elefantes e sombrinhas chinesas, que se diluem na paisagem.
Peça importante não só pelo seu valor estético, mas também pelo valor simbólico da sua aquisição pelo público. Em 2016, 15 mil portugueses (particulares e instituições) participaram na primeira campanha de angariação de fundos em Portugal para aquisição de uma obra de arte para um museu público. Um ponto alto na vida cívica do país.

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